No último sábado, tivemos aula de análise crítica dos meios de comunicação, com o pesquisador do LECC UFRJ, Pablo Laignier, e comunicação comunitária, com o coordenador de comunicação do Observatório de Favelas, Vitor Castro.De manhã, Pablo apontou as perguntas que devemos nos fazer ao assistir um programa na TV, ou ler uma matéria no jornal. Qual o objetivo deste programa/matéria? Eu me sinto representado(a) por este programa/matéria?
O professor falou ainda sobre o conceito de ideologia, baseado no teórico Marx. Mais tarde, a turma leu o exercício que havia feito – qual o programa de TV que você mais gosta? qual o programa de TV que menos gosta? que programa de TV você faria? A turma mostrou que tem potencial! Todo mundo teve ótimas ideias de programas!
Você não foi à aula? Conta pra gente, então, qual é a sua. É só escrever no link “comentários” no final desta mensagem.
À tarde, recebemos a turma do curso de comunicação popular e comunitária do Núcleo Piratininga de Comunicação. A sala ficou lotada e a participação da turma enriqueceu o debate.
Nosso palestrante convidado, Vitor Castro, falou sobre a diferença entre um meio alternativo e comunitário. A jornalista Claudia Santiago, coordenadora do NPC, chamou atenção para a questão: Por que não produzimos nossa comunicação? Por que a comunicação comunitária não acontece?Se você não pôde ir à aula desta vez, comente essas questões aqui!
Se você estava lá, colabore também com suas ideias. Diz pra gente o que você achou da aula!



A aula foi interessante pois discutimos mais da nossa fisionomia,se nos sentimos representados e até se o cabelos femeninos alisados ou não,o bom
ResponderExcluirde ser mulher é se sentir bonita.
Com visual afro ou não o legal e flexível é a
escolha de usar o que te faz bem como idividualidade num mudo de possibilidades.
Mônica
O curso e importante,porque há uma necessidade de fazer noticias da comunidade e nao deixar a midia dominar uma área que eles nao vive , devemos transmitir as noticias com nosso olhar e com nossa identidade local mostrar o que tem de legal
ResponderExcluirEstou tarado pela mídia alternativa ultimamente...
ResponderExcluirSempre adorei jornais de bairro, mas nessa última aula ví bem melhor a riqueza de uma informação feita por nós, o povo
Folha de São Paulo, O Globo, não são jornais ruins, muito pelo contrário, porém tem os seus interesses e os defendem, não só os jornais mas a TV, as rádios e até mesmo alguns sites referência tem os seu objetivos entrelinhados em suas publicações, é importante ressaltar o que foi dito na aula: a comunicação em não é imparcial, sempre haverá um interessa a ser defendido
Agora eu tenho um blog, de uma passadinha por lá.
ResponderExcluirhttp://africanosangue.blogspot.com.br